A pergunta infantil desencadeia a dúvida:
Já é de dia ou é de noite??
Ando anoitecendo cedo
noturna para alguma alegria.
Mirando lua e estrelas,
buscando esclarecer
pra desanuviar.
Mas sou do signo da claridade,
regida por manhãs transparentes
e tardes ensolaradas.
Minha ternura nasce todo dia,
junto com o sol...
terça-feira, 3 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
À Ana Cecília
Bem vinda, menina Ana, mais uma, única entre nós. Amada Cecília, bem vinda. Tua chegada nos alegra, nos une. Não planejada, porque escolheste a doce surpresa de vir ao mundo por vontade de Deus. Que milagre! Te esperamos, emocionados desejando desde sempre e, foi assim que chegaste; saudável, depressa, cheia de graça e beleza para junto de tua família. Essa da qual faço parte, da qual você é hoje o motivo mais gracioso de festa, de esperança e felicidade.
Envio, de longe, todas as bençãos e me sinto feliz de saber que já estás cercada de amor...
Sua tia, Ana
quarta-feira, 27 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Gêneros
Deve haver um lado bom em conhecer todo esse conto, entender o enredo. Acontece que nesse momento sou parcial e só vejo um lado dos fatos, o meu. Suspeito que perceber essa realidade que nos afronta insensivelmente seja questão de escolha.
Sempre lembro de Gullar e Leminski quando dizem dessa clareza que não escapa aos sentidos e que nos insulta, independente da nossa vontade de que as coisas fossem diferentes, tivessem outros significados, mas não tem. Tudo é tão claro que ofusca.
Penso nessa história fantasiosa que agora li, esta que fragiliza desde os primeiros desejos, que brinca de faz de conta mas depois desmente, quebra o encanto; mas penso também na possibilidade de reconstruir outros sentidos e sentimentos num possível romance que eu ainda venha a ler ou sonhar porque eu acredito no outro lado de tudo que ainda não vivi; existe muito mais além desse momento que agora me prende.
Espero a liberdade que começa com um olhar novo e curioso para o instante seguinte, com poesia.
Deve haver um lado bom em conhecer todo esse conto, entender o enredo. Acontece que nesse momento sou parcial e só vejo um lado dos fatos, o meu. Suspeito que perceber essa realidade que nos afronta insensivelmente seja questão de escolha.
Sempre lembro de Gullar e Leminski quando dizem dessa clareza que não escapa aos sentidos e que nos insulta, independente da nossa vontade de que as coisas fossem diferentes, tivessem outros significados, mas não tem. Tudo é tão claro que ofusca.
Penso nessa história fantasiosa que agora li, esta que fragiliza desde os primeiros desejos, que brinca de faz de conta mas depois desmente, quebra o encanto; mas penso também na possibilidade de reconstruir outros sentidos e sentimentos num possível romance que eu ainda venha a ler ou sonhar porque eu acredito no outro lado de tudo que ainda não vivi; existe muito mais além desse momento que agora me prende.
Espero a liberdade que começa com um olhar novo e curioso para o instante seguinte, com poesia.
domingo, 24 de abril de 2011
eu preciso andar
um caminho só
vou buscar alguém
que eu nem sei quem sou
Eu escrevo e te conto o que eu vi
e me mostro de lá pra você
guarde um sonho bom pra mim
um caminho só
vou buscar alguém
que eu nem sei quem sou
Eu escrevo e te conto o que eu vi
e me mostro de lá pra você
guarde um sonho bom pra mim
Rodrigo Amarante in trecho da música primeiro andar
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Oh! Mágico entardecer dos anos! (...) O coração não soma os meses com os meses; o coração goteja eternidade..."
Francisco Bendezú
Os minutos trazem um cansaço ansioso dos cronômetros diários, resistir é difícil, mesmo assim escolho lutar pelo ânimo, seguir munida de inspiração, mesmo aquela colhida nas coisas mais frágeis, nos sentimentos mais delicados. Talvez seja só uma vontade de viver de brisa, levemente, leve mente, leve...
Os minutos trazem um cansaço ansioso dos cronômetros diários, resistir é difícil, mesmo assim escolho lutar pelo ânimo, seguir munida de inspiração, mesmo aquela colhida nas coisas mais frágeis, nos sentimentos mais delicados. Talvez seja só uma vontade de viver de brisa, levemente, leve mente, leve...
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