Na entrada de um shopping, a família entra testando os conhecimentos matemáticos da menina mais nova que teria entre oito a nove anos de idade:
Pai: Quanto é 6 x 9?
Mãe: .... (apreensiva)
Irmã mais velha: ela não sabe multiplicação, não disse?! Quanto é 6 x 9?? 6 x9?!
Menina: ... (com cara de que estava fazendo milhões de cálculos e nervosa)
Avô: também, com tanta pressão assim, ninguém consegue.
Ah que saudade da compreensão e da proteção que só os avós dão.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
sim
Faz
Faz minhas noites
mais
leves
Faz meus dias
mais
breves -
intensos.
Faz meus momentos
mais
vivos
Faz meus risos
mais
ricos -
sinceros.
Faz meus instantes
mais
inteiros
Faz minhas horas
mais
agora -
eternas.
Faz minhas noites
mais
leves
Faz meus dias
mais
breves -
intensos.
Faz meus momentos
mais
vivos
Faz meus risos
mais
ricos -
sinceros.
Faz meus instantes
mais
inteiros
Faz minhas horas
mais
agora -
eternas.
Leandro Wirz (tava na hora do poeta aparecer aqui e nos ensinar desejos...)
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Salve!
Eu também fui saudar o mar na virada do ano e no primeiro dia de 2011, foi a primeira vez, e gostei não só pela simbologia desses momentos que tanto prezamos, mas porque no fundo elas realmente trazem e nos fazem sentir mais intensamente a passagem do tempo, os rituais, o valor de cada coisa, a importância de cada momento, diante da grandeza do mar, o nosso olhar é redimensionado para nos aproximar do verdadeiro sentido de quem somos e de onde estamos. É incrível ter consciência, ainda que não tão plena, desse mistério maravilhoso que é viver...imagem: arquivo pessoal
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
segundo registro
A viagem também se deu para o interior, aquela parte lá dentro; lá longe, que silencia mas se mostra, em imagens, recortes do olhar bem meu, bem eu. Quando perto de onde sempre estive, quando distante do espaço presente, onde habito meus sonhos, onde vivo. Não há palavras mesmo, coerentes, pra contar uma história dessas, a minha. É mais de sentir, de olhar, de pensar e querer o que está à distância de um passo, sempre. Querer mais do possível e do simples igualmente, mesmo quando não há. Fazer paciência e receber feliz a paisagem real, singela ou não, cada vez que se abrem portas e janelas de um novo dia. Diário de bordo
Ida: 26-12-10
Trilha sonora: Não olhe pra trás- Capital Inicial
"Como sempre estou/Mais do seu lado que você/Siga em frente em linha reta/E não procure o que perder
Se não faz sentido, discorde comigo/Não é nada demais, são águas passadas/Escolha uma estrada/E não olhe, não olhe prá trás"
Foto: Rodovia Belém Brasília, arquivo pessoal
Trilha sonora: Não olhe pra trás- Capital Inicial
"Como sempre estou/Mais do seu lado que você/Siga em frente em linha reta/E não procure o que perder
Se não faz sentido, discorde comigo/Não é nada demais, são águas passadas/Escolha uma estrada/E não olhe, não olhe prá trás"
Foto: Rodovia Belém Brasília, arquivo pessoal
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
origem
De volta à terrinha após dois anos, reencontrar as lembranças trazidas pelos sabores, cheiros, lugares, pessoas. Sempre é tempo de recordar a infância; esse tempo onde nos fazemos, onde tomamos a base de quem vamos ser. É hora de matar saudade, mas de reavaliar, de rever conceitos, de mudar valores e ressignificar as coisas, atitudes, acontecimentos. A cabeça anda assim cheia de nuances, de nostalgia e ao mesmo tempo pensando no presente, no significado etimológico mesmo, nesse algo que nos é dado sem merecimento e sem exigir algo em troca. Gosto de pensar que seja mesmo uma dádiva divina que a nós cabe aproveitar sabiamente. E cada um usa da sabedoria que tem pra valorizar cada minuto recebido, não cabe julgar. Cuidar do nosso próprio presente já é uma tarefa grande demais, mas vale a pena dedicar-se.
Feliz cada novo dia pra vocês.
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